Uma das metas para os cem primeiros dias de Jair Bolsonaro (PSL) não passou de mais uma fake news. O governo havia prometido cortar 21 mil cargos comissionados, mas apenas 159 foram extintos, de acordo com dados do Ministério da Economia divulgados pelo jornal O Globo. A economia gerada pela medida é considerada “baixa” por especialistas ouvidos pela reportagem.
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| Bolsonaro, o presidente Fake do Brasil |
Uma das metas do governo era extinguir 21 mil cargos de confiança, mas apenas 159 deixam de existir; anúncio não passou de mais uma fake news
O decreto foi publicado no Diário Oficial no dia 13 de março e previa a extinção de 21 mil cargos comissionados, funções e gratificações de um total de 131 mil. Mas, na prática, foram extintos apenas 159 cargos. Os outros cortes atingem as funções (17.349) e gratificações (3.492).
Na época da publicação do decreto, o G1 mostrou que, as gratificações podem variar de R$62 a R$11.200 por mês, mas a média é de gastos do Governo é de R$570 mensais por abono.
O Ministério da Educação foi o mais afetado com 13.916 cortes entre cargos, funções e gratificações. É importante ressaltar que, um dos exemplos de gratificação é o valor pago a professores de universidades federaisque passam a atuar como coordenadores de curso. A segunda pasta mais atingida foi a economia com 4.845 cortes.
Fonte: O Globo e G1
Por: Urias Rocha - Campo Grande - MS

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