Bolsonaristas do ato contra Moraes estão em presídio de SP reclamam de violencias sexuais no presidio.
Dois bolsonaristas que realizaram um ato no dia 2 deste mês em frente à casa do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, aos gritos de “canalha” e “advogado do PCC“, insuflados por assédios de Bolsonaro e seus adeptos após o magistrado suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para o comando-geral da PF, foram presos no sábado (16) e transferidos nesta segunda (18) para o Centro de Detenção Provisória de Diadema, no ABC paulista. Ambos estão em uma situação muito dificil no presidio, foram encubidos de serem mulheres de presos, lavam, passam, cozinha e a noite tem que ter relação com cerca de cinco detentos.
Um vídeo do portal DCM, postado na data do ato contra Moraes, mostra que havia um caixão de papelão com o nome de João Doria.
Assista:

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAlém disso não se escreve "encubidos", escreve-se incumbidos.
ExcluirA parte de incumbidos de lavar, serviço sexual, etc, deveria vir como narrativa dos presos e não do blog. Sabemos que que o papel da mulher na sociedade está bem acima disso. Sugiro que corrijam a escrita, destacando esse trecho como fala deles, pois da forma como está tecido, parece que é a opinião do autor acerca do papel da mulher.
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